Uma nova diretriz internacional da cardiologia redefiniu os critérios para diagnóstico e classificação do infarto do miocárdio, destacando que um resultado alterado de troponina, proteína medida em exames de sangue, não é suficiente, por si só, para confirmar um infarto.
As informações foram publicadas pelo European Heart Journal.A atualização integra a 5ª Definição Universal de Infarto do Miocárdio, documento elaborado conjuntamente pela Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC), pelo American College of Cardiology (ACC), pela American Heart Association (AHA) e pela World Heart Federation (WHF).
O consenso substitui a antiga classificação baseada em cinco tipos de infarto por uma nova estrutura centrada nos mecanismos que causam a lesão cardíaca.
